Vibe coding funciona para validar. Não funciona para escalar.
Por que código gerado por IA quebra em produção, o custo de refatorar e o que vem depois do MVP vibe-coded.
Engenharia de software, IA aplicada e contratos com software house — escrito por quem opera, não por quem vende curso.
Por que código gerado por IA quebra em produção, o custo de refatorar e o que vem depois do MVP vibe-coded.
O custo real do dev sênior em 2026, o que vem incluso no squad e quando cada modelo é a escolha certa.
Faixas de mercado por composição, o que define o preço e como comparar propostas sem ser enganado.
Critérios, cases reais com 83% de redução de tempo e o que precisa estar pronto antes de plugar IA no processo.
Modelos, cláusulas contratuais essenciais e checklist de 7 perguntas antes de assinar com qualquer software house.
Explicação prática com diagrama de fluxo, quando RAG é a escolha certa e a stack que rodamos em produção.
Quando cada modelo cabe, riscos reais de cada lado e 3 perguntas que definem a escolha certa.
Por que o Task as a Service muda o que as empresas esperam do software — e o que o movimento da TOTVS sinaliza para o mercado.
Faixas reais de preço, o que define o orçamento e quando o investimento começa a se pagar.
O que cabe num MVP de verdade, o que fica de fora e como o escopo fechado protege quem contrata.
Não é hype. É operacional. O que mudou na prática e quanto isso impacta prazo e preço.
Como identificar de quem é a culpa, seus direitos como contratante e como blindar o próximo contrato.
Comparação técnica honesta, quando cada um faz sentido e o que usamos por aqui.